Governo dos Açores - Secretaria Regional da Educação, Ciência e Cultura - Direção Regional da Cultura

Património Cultural Imaterial dos Açores Sinalização



Identificação da Manifestação

Designação: Festas do Espírito Santo: impérios, coroações e funções - Ilha Terceira
Domínio: Práticas sociais, rituais e eventos festivos
Categoria: Rituais Coletivos

Contexto Social

Comunidades, grupos ou indivíduos:

De um modo geral, as práticas rituais e festivas do culto ao Divino Espírito Santo, que ainda hoje se celebram na ilha Terceira, envolvem praticamente todas as comunidades que aqui vivem, na medida em que todas possuem um ou mais impérios ou irmandades do Espírito Santo, e que estas associações acabam por integrar toda a população residente nas suas áreas de influência, em quase todas actividades e eventos que promovem.

Estas irmandades, cuja origem tende a perder-se no tempo, aparecem com a finalidade de assegurar a continuidade destas festividades. A crença e devoção do Espírito Santo, tradicionalmente enraizadas nos modos de viver, de pensar e de agir dos terceirenses, e dos açorianos em geral, devem constituir a condição essencial para alguém se tornar irmão, um papel que vai passando de pais para filhos como uma herança e que, deste modo, vai garantindo a renovação das irmandades.

As irmandades são todavia associações de participação livre, havendo quase sempre lugar à integração de novos elementos, daqueles que, por exemplo, se fixam na área de uma determinada comunidade e que pretendem estreitar relações com ela, através de uma participação mais activa nas suas manifestações sociais e culturais. Desta forma, na origem destas, estão quase sempre os laços e as sociabilidades mais elementares em que a afectividade e a proximidade desempenham um papel principal, definindo círculos de vizinhança, de pertença e de identificação.

Por outro lado ainda, as irmandades ou impérios podem constituir-se ou não como organizações formais, na medida em que são registadas e dotadas de estatutos, de carácter civil ou religioso (canónicos). Neste último caso, os estatutos estão abrangidos pela Concordata assinada entre a Santa Sé e a República Portuguesa, devendo os irmãos obedecer a determinados preceitos religiosos, simplificados a partir de 1996.

Estas associações fundadas nas várias localidades da ilha, desde as épocas mais remotas do povoamento até aos tempos mais recentes, existem pois com a finalidade de garantir a celebração anual das festas do Espírito Santo, através do cumprimento de costumes e de estatutos que definem as principais manifestações do culto e da festa, assim como da administração do seu património ? triatos ou impérios (edifícios), despensas, louça de império e outro equipamento indispensáveis às funções (refeições cerimoniais) e as alfaias do culto (coroas, bandeiras, varas ou tochas) -, e dos recursos anualmente mobilizados, ou seja, das contribuições dos irmãos e de outros membros da comunidade para a realização dos festejos, que têm lugar nos impérios (edifícios), nos Domingos de Pentecoste e da Trindade. Estas funções acabam por competir a um grupo de irmãos nomeados para o efeito e por um determinado período, que podem ser designado por mordomos, comissão ou mesa do império, e a que, há alguns anos atrás, se podia juntar a figura do procurador.

Desta forma, a organização dos bodos é uma função dos irmãos que são nomeados membros da comissão ou mordomos, embora acabe por envolver a participação da comunidade mais alargada através da recolha de contributos, que podem ser materiais, financeiros ou ajudas nos preparativos e desempenhos das diversas funções rituais e festivas. Todas estas interacções contribuem definitivamente para o estreitamento de relacionamentos e o reconhecimento identitário de cada um dos participantes e da comunidade no seu todo.

Para além desta estrutura organizativa, que parece distinguir cargos e criar alguma hierarquia, prevalece o carácter igualitário das irmandades do Espírito Santo, podendo todos os irmãos habilitar-se à realização de coroações e/ou funções, e assim desempenharem a papel de imperador.

Na maioria dos casos, as coroações e/ou funções são promovidas por irmãos ou membros da comunidade que se candidatam no ano anterior, por intermédio de um sorteio. Deste modo, um irmão pode ter um primeiro domingo ou um domingo de bodo. Actualmente, é cada vez mais comum, alguns grupos da freguesia, como o grupo dos jovens ou o grupo dos idosos, participarem neste sorteio e terem um domingo do Espírito Santo. Nestas celebrações participam apenas os familiares e amigos do imperador que são convidados.

De um modo geral, as celebrações do Divino Espírito Santo são justificadas tanto pelo lado espiritual da crença no poder divino da Terceira Pessoa da Santíssima Trindade, presente no milagre da cura e da abundância, como pela vivência dos valores da igualdade e da fraternidade, que se concretizam efectivamente na entreajuda, na partilha e na dádiva, tradicionalmente com base nos círculos do parentesco e da vizinhança, mas que hoje parecem alargar-se para fora da comunidade e até da ilha, numa procura incessante de uma nova ordem ou império, muito facilitada pelo desenvolvimento dos meios de comunicação e a mobilidade demográfica.


Contexto Territorial

Ilha(s): Ilha Terceira
Município(s): Praia da Vitória, Angra do Heroísmo
Freguesia(s): Todas as freguesias dos concelhos da Praia da Vitória e Angra do Heroísmo

Contexto Temporal

Periodicidade:

As festividades do Espírito Santo ocorrem com uma periodicidade anual, nos meses de primavera e verão, correspondendo o principal período festivo às oitos semanas que medeiam entre o Domingo de Páscoa e o Domingo da Trindade e que, por vezes, é mencionado como o tempo do Espírito Santo.

Nos últimos dois domingos deste ciclo festivo – Domingo de Pentecostes e Domingo da Trindade – têm lugar as festividades mais significativas do ponto de vista da participação comunitária, que são também designados genericamente por bodos, domingos do bodo, primeiro bodo e segundo bodo.

Estas festividades podem alargar-se aos sábados anteriores e segundas-feiras seguintes, com celebrações muito marcadas pela preparação e partilha de alimentos. Em especial a segunda-feira do primeiro bodo, com a repartição do pão e vinho do bodo por todas as casas que contribuíram para a festa, assume grande importância na maioria das localidades da ilha, o que contribuiu para a sua escolha como feriado regional, no período pós-autonómico, designando-se habitualmente por Segunda-feira do Espírito Santo.

Este calendário corresponde em grande medida ao ciclo festivo do Espírito Santo das freguesias rurais. Nas freguesias urbanas e periféricas de Angra do Heroísmo e Praia da Vitória, as festividades prolongam-se pelos meses de verão, em semanas mais ou menos sucessivas.

Verifica-se ainda, mas excepcionalmente, a organização de funções fora do tempo, ocasionadas pelo pagamento de promessas por pessoas que vivem foram da ilha (emigrantes, por exemplo).


Caracterização da Manifestação

Caracterização e Historial:

Caracterização:



As celebrações da festa e do culto ao Espírito Santo podem caracterizar-se genericamente como um conjunto de práticas devocionais e cerimoniais fundadas na crença no poder divino do Espírito Santo, e organizadas em torno do uso desta simbólica e da partilha de alimentos, sendo as coroações ou impérios, as funções, as mordomias e os bodos as suas principais expressões rituais e aquelas compõem o ciclo festivo das oitos semanas ou domingos do Espírito Santo



Estas práticas podem e são realizadas de acordo com programas variáveis, nas diversas localidades, e não resumem todas as formas de devoção ou o culto ao Divino Espírito Santo. Os devotos, membros ou não das irmandades, podem, por exemplo, em momentos difíceis da sua vida, realizar e pagar promessas, sendo muito frequentes as promessas que envolvem gado, massa sovada e alfenim. Ex-votos deste género são entregues aos impérios para arrematação nos arraiais dos dias de bodo. Mas podem também constituir promessas de esmolas de pão e/ou carne a repartir directamente pelo pagador da promessa, habitualmente depois de abençoada pelo sacerdote, na presença de um insígnia do culto. Outro tipo de promessa pode consistir em rezar o terço todas as noites, durante uma semana, também junto de uma ou mais insígnias do Espírito Santo, em casa, com a família e amigos.



Ter um domingo do Espírito Santo, coroar ou dar uma função naquele período implica participar num sorteio no primeiro domingo de bodo do ano anterior, a que se chama de tirar o piloiro, e pelo qual se estabelece a ordem pela qual os irmãos ou não, comprometidos ou não por promessas, irão organizar as celebrações em cada uma daquelas oito semanas, no ano seguinte.



A sequência ritual e festiva, que corresponde a cada uma destas oito semanas, consiste basicamente em preparar a casa, armando um altar para receber e expor as alfaias do culto – coroas, bandeiras e varinhas – e rezar o terço todas as noites durante uma semana, convidando familiares e amigos a participar neste ato de devoção. Pode também significar levar o Senhor Espírito Santo à igreja e coroar, mas não necessariamente realizar o império (cortejo) e dar a função (jantar), o que outrora só sucedia quando havia razões pessoais e sociais muito fortes, tais como uma doença grave ou um luto, mas que, nos dias que correm, é relativamente comum nalgumas localidades.



Muito embora se tenham introduzido algumas alterações nas últimas décadas, a organização de um império ou coroação, ou seja do cortejo em que se transporta as alfaias do culto à igreja, obedece a um esquema tradicionalmente definido.  As bandeiras surgem à frente e são seguidas pelas coroas, umas e outras ladeadas por varinhas ou tochas. Este cortejo forma-se em casa do imperador e dirige-se à igreja, acompanhado ou não de filarmónica, consoante a freguesia a possui ou não, ou o imperador decide contratá-la fora. Outrora, este acompanhamento musical e certas funções de mestre de cerimónia eram desempenhadas pelos foliões. Na igreja, no final da missa dominical, o sacerdote procede à coroação, enquanto entoa o hino Veni Creator Spiritus. Nalguns casos, o ritual termina com a saída da coroação da igreja e a sua chegada a casa do imperador, de onde as alfaias partem para a casa daquele que se segue, levado por este ou por aquele e os seus convidados, consoante o costume da freguesia, em cortejo ou de automóvel, numa simplificação do ritual muito comum actualmente. Noutros, o imperador continua o seu serviço com uma função, ou seja, com uma refeição cerimonial de sopas, cozido e alcatra, acompanhada de pão caseiro, pão de mesa e massa sovada, que outrora se ia preparando ao longo da semana.



O império e a coroação são pois os momentos cerimoniais de maior importância social e simbólica, que tendem a ser preservados intactos no essencial. Este poder simbólico funda-se naturalmente na repetição cíclica de normas e práticas rituais, mas igualmente nas suas componentes materiais e estéticas. As normas estabelecem não só as posições das alfaias de culto nos cortejos e nos diversos momentos do ritual, assim como as funções e quais os convidados que as devem desempenhar, que são globalmente chamados de empregados, isto é, quem deve levar uma bandeira, coroar ou levar uma coroa. As vertentes materiais, como as alfaias de culto, o equipamento, a ornamentação e os próprios códigos do vestuário, apesar de mais sujeitos à inovação imposta pela moda, continuam a respeitar a norma dos vestidos brancos para as meninas da vereança e coroa, vestidos de traje de cerimónia para as senhoras e fatos para os elementos masculinos, sobretudo para o imperador, a sua família e os restantes empregados na função.



No que se refere aos preparativos e os serviços da função, estes foram, nas últimas décadas, transferidos da casa do imperador para espaços comunitários, tais como cozinhas e salas das Casas do Povo. Estas mudanças devem-se a novos modos de viver, mas também a normativos que controlam a produção alimentar e que terão contribuído para o desaparecimento do ritual festivo associado ao abate do gado, que é consumido nesta refeição e nas distribuições de carne das esmolas, que ainda se fazem no sábado anterior.



Tratava-se dos bezerros das quintas-feiras. Os bezerros enfeitados percorriam parte da freguesia e eram conhecidos também por folias, constituindo um das aspectos mais animados destas celebrações, até porque estavam ligados a certas tradições ornamentais – flores de papel – e musicais – a moda do pezinho, por exemplo –, e com a ritualização da relação com o animal a sacrificar.



Apesar de se verificarem algumas variantes, as distribuições das esmolas de carne e de pão, que ocorrem geralmente nos sábados dos domingos dos bodos, continuam a ser realizadas pelas irmandades da ilha, definindo e preservando o seu sentido. Nalgumas localidades, as irmandades fazem apenas o bodo de pão e vinho, noutras são distribuídas esmolas de carne.



Nos impérios urbanos, para além dessas distribuições de esmolas, os festejos dos bodos integram normalmente coroações. Já nas freguesias do Ramo Grande, das Lajes e S. Brás, os sábados anteriores a esses domingos são celebrados com mordomias, que consistem basicamente na organização de cortejos de oferendas de pão e massa sovada, que serão repartidos durante o bodo, mas que, nos casos referidos, assumem expressões rituais muito elaboradas. De um modo algo semelhante, na mesma semana, é festejado o transporte do vinho, com a ornamentação de carrinhas com verduras (faias) e bandeiras, e a partilha de alimentos no local, geralmente na zona balnear e portuária da freguesia dos Biscoitos.



Sendo a função a refeição cerimonial mais importante, ao longo dos vários momentos destas festividades – mudança da coroa, noites do rezar do terço, etc. – os convidados são brindados com refeições mais ou menos ligeiras, em que tradicionalmente predominava a massa sovada e o vinho, e que hoje tendem a distinguir-se por uma gastronomia muito diversificada. A este nível, destacam-se também as ceias de criadores, um costume mais citadino que rural, que se prende com a necessidade de cooperação de vários lavradores na criação do gado, o que acaba por criar laços entre membros de comunidades diferentes e relativamente distantes, e que pode relacionar-se com outras formas de angariação de recursos.



Para finalizar, importa registar que a realidade destas celebrações, nas suas múltiplas componentes e nas diferentes localidades da ilha, é sempre de uma diversidade e complexidade maior do que uma caracterização deste tipo pode alcançar.



 



Historial:



Na tradição oral, as festas do Espírito Santo têm origem no gesto fundador da Rainha Santa Isabel de Aragão, esposa do rei D. Dinis, que, no século XIII, na Vila de Alenquer, fez coroar um pobre durante a missa e ofereceu em seguida um lauto jantar aos pobres no paço real, o que, tendo sido imitado pelos nobres da corte, terá dado origem à tradição.



Em termos mais globais e de acordo com diversos estudiosos, a introdução do culto da Santíssima Trindade e dos impérios em Portugal e noutros países europeus deve-se principalmente à influência da ideologia espiritualista na religiosidade da época medieval, do abade cisterciense calabrês Joaquim de Flore. Uma ideologia defensora da chegada de novos tempos, nomeadamente do tempo ou do império do Espírito, que inspira as ordens religiosas, como os franciscanos, que tiveram um papel fundamental no povoamento das ilhas dos Açores.



Estas são pois as manifestações espirituais, rituais e festivas que dominavam as mentalidades, as práticas e os costumes à época da expansão portuguesa, e com as quais se vai desenvolver o próprio projecto de formação e consolidação das sociedades insulares nos séculos XV e XVI e seguintes.



A importância de tais crenças e celebrações são atestadas por documentação, quer em relação a Portugal continental, quer depois em relação às ilhas, designadamente no que se refere a práticas e costumes considerados excessivos pelos poderes instituídos (o rei e a igreja).



Em especial, no que diz respeito ao enraizamento do culto do Espírito Santo, os autores tendem a apontar como causas principais os condicionalismos da geografia insular: o isolamento, a sismicidade, etc. De facto, este culto não só se manteve vivo como foi levado pelos açorianos emigrados para novos territórios, tornando-se uma componente fundamental da sua identidade.


Manifestações associadas: As festividades do Espírito Santo apresentam, como referido em pontos anteriores, algumas variantes, e é neste âmbito que se associam e integram outras manifestações culturais, tais como bodos de leite, touradas à corda, cantorias, etc

Transmissão da Manifestação

Estado: Ativo
Modos: Oral combinado com a escrita
Outros modos:

Estas crenças e conhecimentos são basicamente transmitidos pela oralidade e consolidados pelas experiências vividas ao longo da vida, sendo que as diversas funções rituais tendem a acompanhar o ciclo de vida do indivíduo, da infância à idade adulta, integrando e criando contextos definidos ou suportados pelas redes de parentesco e de vizinhança. É pois no seio da família e da vizinhança que as necessidades e os sentidos da devoção se interiorizam e se fortalecem. Nos casos em que existem estatutos aprovados, estes acabam por ser modos formais de garantir a sua transmissão.


Identificação da Documentação de Suporte

Bibliografia:

COSTA, Antonieta, 1999, O Poder e as Irmandades do Espírito Santo, Lisboa: Rei dos Livros

DURAND, Gilbert, 1984, "Iconographie e Symbolique du St. Esprit", in Os Impérios do Espírito Santo e a Simbólica do Império. Actas do II Colóquio Internacional de Simbologia, Angra do Heroísmo: IHIT, 37-53

LEAL, João, 1980,"As festas do Espírito Santo no Continente", in Atlântida, Angra do Heroísmo: IAC, vol. XXV, nº 4, 23-35

LEAL, João, 1994, As festas do Espírito Santo nos Açores. Um estudo de Antropologia Social, Lisboa: Dom Quixote

LIMA, Manuel C. Baptista de, 1984, "A introdução do culto do Espírito Santo nos Açores", in Os Impérios do Espírito Santo e a Simbólica do Império. Actas do II Colóquio Internacional de Simbologia. Angra do Heroísmo: IHIT, 123-167

MARTINS, Francisco Ernesto de Oliveira, 1983, Em Louvor do Espírito Santo: Fotomemória, [Angra do Heroísmo]: Direcção Regional dos Assuntos Culturais: Direcção dos Serviços de Emigração; [Lisboa]: Imprensa Nacional-Casa da Moeda

MENDES, Helder Fonseca, 2006, Do Espírito Santo à Trindade. Um programa social de cristianismo inculturado, Porto: Universidade Católica Portuguesa

MONTEIRO, Jacinto, 1983, "A invocação do Espírito Santo nas crises sísmicas dos Açores", in Problemática da Reconstrução: sismo de 1 de Janeiro de 1980. Actas da VI Semana de Estudos do Instituto Açoriano de Cultura, Angra do Heroísmo: IAC, 427-450

PEREIRA, J. A.,  1990,  "Sobre as Festas do Espírito Santo. Censuras e leis da Autoridade Diocesana desde 1560" in Boletim do Instituto Histórico da Ilha Terceira. Angra do Heroísmo: IHIT, vol. VIII, 58-63

Salvador, Mary L., 1984, "Simbolism and ephemeral art: an analysis of the aesthetic aspects of the festas do Divino Espírito Santo", in Os Impérios do Espírito Santo e a Simbólica do Império. Actas do II Colóquio Internacional de Simbologia, Angra do Heroísmo: IHIT, 243-289

Periódico:

Tradição Popular. Número único, evocativo das Festividades do Espírito Santo. Angra do Heroísmo: Jornal editado pela Comissão do Império do Outeiro / Diário Insular, 8 de abril de 1961

Registos fotográficos:

Fotografias dos ficheiros anexos:

  1. Coroação a sair da igreja do Colégio, ca. 1900. Prova s/papel.  MAHI20141823
  2. Coroação do Espírito Santo no adro da igreja da Casa da Ribeira, a 10 de maio de 1931. Diapositivo estereoscópico de vidro. MAHI20110596
  3. Coroação com foliões junto à antiga igreja de S. Mateus, nas primeiras décadas de 1900. Postal da Loja do Buraco. MAHI20142172
  4. Dia de bodo no império do Cantinho, a 22 de junho de 1919. Prova s/ papel montada e m cartão. MAHI20141830
  5. Foliões à porta do império do Porto Martins, em dia de bodo, 1950-1960. Prova s/papel. MAHI 20141816
  6. Império de S. Braz (Praia da Vitória), 1940-1950. Prova s/papel. MAHI20141981
  7. Dia de bodo na freguesia das Lajes, 1940-1960. Prova s/papel. MAHI20141948
  8. Mesas de esmolas junto de império de madeira armado em rua de Angra do Heroísmo, 1930-1940. Negativo de vidro. MAHI20141846
  9. Dia do bezerro em função do Espírito Santo no Cabo da Praia (?), 1930-1940. Negativo de vidro. MAHI20141843
  10. Carro do vinho do bodo do Espírito Santo a descer a rua, junto aos degraus da Sé de Angra, 1940-1960. Prova s/papel. MAHI20141774.

Outras fotografias do arquivo do MAH:

Coroação do Espírito Santo a sair da igreja do Colégio, em Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1890-1910. Prova s/papel.

Coroação do Espírito Santo a sair da igreja do Colégio, em Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1890-1910. Prova s/papel.

Coroação do Espírito Santo a sair da igreja do Colégio, em Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1890-1910. Prova s/papel.

Coroação do Espírito Santo no Largo Prior do Crato - Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel.

Coroação do Espírito Santo no Largo Prior do Crato – Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel.

Coroação do Espírito Santo no Largo do Colégio – Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel.

Coroação do Espírito Santo a descer a Rua do Palácio – Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel.

Coroação do Espírito Santo a subir a Rua da Sé, em Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1910-1930. Prova s/papel.

Coroação do Espírito Santo a descer a Rua da Sé, em Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1910-1930. Prova s/papel.

Coroação do Espírito Santo a descer a Rua da Sé – Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel.

Coroação do Espírito Santo na Rua da Sé – Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel.

Jovens de coroação do Espírito Santo na Rua da Sé – Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel.

Coroação do Espírito Santo a subir a Rua da Sé – Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel.

Coroação do Espírito Santo a subir a Rua da Sé – Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel.

Meninas de coroação do Espírito Santo a subir a Rua da Sé – Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel.

Coroação do Espírito Santo a entrar na Rua de S. João, em Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1910-1930. Prova s/papel.

Coroação do Espírito Santo a entrar na Rua de S. João, em Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1910-1930. Prova s/papel.

Coroação do Espírito Santo a chegar à Praça Velha, em Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1910-1930. Prova s/papel.

Coroação do Espírito Santo na Praça Velha, em Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel.

Coroação do Espírito Santo junto ao império dos Quatro Cantos – Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1900-1920. Postal

Coroação do Espírito Santo dos Quatro Cantos, em Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1920-1930. Prova s/papel.

Coroação do Espírito Santo na escadaria do império dos Quatro Cantos. Ilha Terceira, 1910-1920. Postal da Loja do Buraco.

Jovens da coroação do Espírito Santo dos Quatro Cantos na Rua Recreio dos Artistas – Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel.

Coroação do Espírito Santo na Rua Recreio dos Artistas – Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel.

Coroação do Espírito Santo no Alto das Covas. Ilha Terceira, 1910-1920. Postal da Loja do Buraco.

Coroação do Espírito Santo na escadaria da igreja da Misericórdia, em Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1920-1940. Prova s/papel.

Coroação do Espírito Santo junto à Memória – Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1920-1940. Negativo de vidro.

Coroação do Espírito Santo a descer a Ladeira de Santa Luzia – Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1910-1920. Postal da Loja do Buraco.

Coroação do Espírito Santo a descer a Ladeira de Santa Luzia – Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1920-1940. Negativo de vidro.

Meninas de coroação do Espírito Santo junto do império do Pico da Urze, em S. Pedro – Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1920-1940. Prova s/papel.

Coroação do Espírito Santo no Pico da Urze, em S. Pedro – Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel.

Festas do Espírito Santo no império do Cantinho, em S. Mateus. Ilha Terceira, 1920-1930. Prova s/papel.

Coroação do Espírito Santo junto à casa do imperador. Ilha Terceira, 1920-1940. Negativo de vidro.

Coroação do Espírito Santo junto à casa do imperador. Ilha Terceira, 1920-1940. Negativo de vidro.

Coroação do Espírito Santo junto à casa do imperador. Ilha Terceira, 1940-1950. Negativo de vidro.

Coroação do Espírito Santo junto à casa do imperador. Ilha Terceira, 1940-1950. Negativo de vidro.

Coroação do Espírito Santo junto a império das Cinco Ribeiras. Ilha Terceira, 1920-1940. Negativo de vidro.

Coroação do Espírito Santo junto a igreja. Ilha Terceira, 1920-1940. Negativo de vidro.

Coroação do Espírito Santo junto a igreja. Ilha Terceira, 1920-1940. Negativo de vidro.

Coroação do Espírito Santo na Fonte – Vila de S. Sebastião. Ilha Terceira, 1940-1950. Negativo de vidro.

Coroação do Espírito Santo com foliões junto à igreja velha de S. Mateus. Ilha Terceira, 1910-1920. Postal Loja do Buraco.

Coroação do Espírito Santo. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel.

Coroação do Espírito Santo. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel.

Coroação do Espírito Santo na Rua Dr. Luís Ribeiro – Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel.

Coroação do Espírito Santo na Praça Francisco Ornelas da Câmara – Praia da Vitória. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel.

Coroação do Espírito Santo em Santa Bárbara. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel.

Bezerro oferecido ao império da Rua do Conde, Santa Luzia – Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1980-1910. Prova s/papel.

Bezerros enfeitados em função do Espírito Santo na Canada do Caldeiro – Biscoitos. Ilha Terceira, 1960-1970. Prova s/papel.

Dia do bezerro em função do Espírito Santo no Cabo da Praia. Ilha Terceira, 1940-1960. Negativo de vidro.

Distribuição de esmolas pelo imperador em função do Espírito Santo na Canada do Caldeiro – Biscoitos. Ilha Terceira, 1960-1970. Prova s/papel.

Distribuição de esmolas em função do Espírito Santo na Canada do Caldeiro – Biscoitos. Ilha Terceira, 1960-1970. Prova s/papel.

"Imperadores do Espírito Santo, Carlos e João Papagaio". S. Pedro – Angra do Heroísmo, 1940-1960. António Lino. Prova s/papel.

Mestras junto das panelas das sopas de função do Espírito Santo. Ilha terceira, 1960-1970. Prova s/ papel a cor.

Mesa de jantar de função do Espírito Santo. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel.

Mesa de jantar de função do Espírito Santo. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel.

Mesa de esmolas de função do Espírito Santo. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel.

Carros do vinho do bodo na Rua da Sé, em Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1920-1940. Prova s/papel.

Carros do vinho do bodo na Rua da Sé, em Angra do Heroísmo. Ilha Terceira, 1920-1940. Prova s/papel.

Dia de bodo em Santa Luzia – Praia da Vitória. Ilha Terceira, 1920-1940. Prova s/papel.

Dia de função na Fonte do Bastardo. Ilha Terceira, 1920-1940. Prova s/papel.

Dia de bodo na Vila Nova. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel.

Inauguração do Império da Caridade, nos Corpo Santo. Ilha Terceira, 1920-1930. Prova s/papel.

Interior de império. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel.

Altar do Espírito Santo em casa de imperador. Ilha Terceira, 1950-1970. Prova s/papel.

Altar do Espírito Santo em casa de imperador. Ilha Terceira, 1950-1970. Prova s/papel.

Altar do Espírito Santo armado em copeira. Ilha Terceira, 1950-1970. Prova s/papel.

Altar do Espírito Santo em casa de imperador. Ilha Terceira, 1950-1970. Prova s/papel.

Foliões junto de império. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel.

Foliões junto de império. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel.

Foliões junto de império. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel

Foliões junto de império. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel

Foliões junto de império. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel

Foliões junto de império. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel

Imperador coroado à porta de império. Ilha Terceira, 1940-1960. Prova s/papel

Coroação de Espírito Santo em Rabo de Peixe. Ilha de S. Miguel. 1910-1930. Prova s/papel.

Festas do Espírito Santo no Topo – Ilha de S. Jorge, 1900-1910. Prova s/papel.

Coroação do Espírito Santo. S. Jorge, 1910-1920. Postal.

Cortejo do Espírito Santo na Vila da Madalena. Ilha do Pico, 1960-1970. Prova s/papel.

"Festas do Espírito Santo – Promessas ao Divino." Exposição de fotografia de Guedes da Silva, ca. 1995.

Outra documentação:

Neste trabalho foram usados dados  resultantes de experiências de vida, recolhas e trabalhos  elaborados anteriormente por Helena Ormonde (cf. Ormonde, Helena,  2004, "Festas do Espírito Santo na Ilha Terceira", in Festas do Espírito Santo na ilha Terceira, a dádiva e a partilha.  Angra do Heroísmo: BLU Edições).

Anexos:
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Património Associado

Móvel:

De uma forma genérica, temos as alfaias do culto – coroas, bandeiras, varas ou tochas – e todo o equipamento colectivo ou doméstico e familiar de organização e preparação de casas, impérios e arraias, tal como louça e equipamento dos impérios, bandeiras de mastro, ornamentações de altar e iluminações de rua.

Ao longo das últimas décadas, algumas destas peças incorporaram o acervo do MAH, tais como:

Coroa do Espírito Santo com salva e cetro. Latão. Ilha Terceira (?), séc. XIX/XX. MAHR19901250 / 1252

Coroa do Espírito Santo com salva e ceptro. Folha-de-flandres, flores de tecido e salva de madeira. MAHR19901251 (fot.)

Coroa do Espírito Santo com salva e cetro. Prata. Ilha Terceira: Irmandade da Rua de Santo Espírito, séc. XIX (1811). MHAD1992505 (fot.)

Coroa do Espírito Santo com salva e cetro. Casquinha e flores de tecido. Ilha Terceira, séc. XX. MAHR2006142 / 143 / 144 (fot.)

Coroa do Espírito Santo com salva e cetro. Casquinha. Ilha Terceira, séc. XX. MAHR2006140 / 145 / 146

Coroa do Espírito Santo com salva e cetro. Prata. Ilha Terceira: Irmandade da Rua de Santo Espírito, séc. XIX (1809), MAH2008476/477/478

Pomba de bandeira do Espírito Santo. Prata. Ilha Terceira: Irmandade da Rua de Santo Espírito, séc. XIX. MAH2008479

Vara de mordomo. Ilha Terceira: Irmandade do Espírito Santo da Vila Nova, séc. XX (1ª metade). MAHR19892335

Vara de mordomo. Ilha Terceira: Irmandade do Espírito das Lajes, séc. XX (1ª metade). MAHR19892333

Vara de mordomo. Ilha Terceira: Irmandade do Espírito Santo das Lajes, séc. XX (1ª metade). MAHR19892332

Vara (conjunto de 6). Ilha Terceira: Irmandade do Espírito Santo das Lajes, séc. XX ( 1ª metade). MAHR19892331

Jarro do "Império de S. Sebastião". Faiança, fábrica de Coimbra. Ilha Terceira: Irmandade do Espírito Santo de S. Sebastião, séc. XX. MAHR1989596.

Jarro do "Império das Fontinhas 1964". Faiança, Fábrica de Massarelos (Porto). Ilha Terceira: Irmandade do Espírito Santo das Fontinhas, séc. XX. MAHR1993760.

Jarro do "Império das Fontinhas 1964". Faiança, Fábrica de Massarelos (Porto). Ilha Terceira: Irmandade do Espírito Santo das Fontinhas, séc. XX. MAHR1993761 (fot.).

Prato fundo do "Espírito Santo / Império das Fontinhas". Faiança, Real Fábrica de Sacavém. Ilha Terceira: Irmandade do Espírito Santo das Fontinhas, séc. XX. MAHR1989510.

Prato fundo do "Império de S. Sebastião". Faiança, fábrica de Coimbra. Ilha Terceira: Irmandade do Espírito Santo de S. Sebastião, séc. XX. MAHR1989595.

Prato fundo com motivo alusivo ao Espírito Santo (coroa ladeada por ramos) e as iniciais M.B. Faiança, Fábrica de Cerâmica Terceirense, séc. XX. MAHR1989632.

Prato fundo "Império da Vila Nova". Faiança, Fábrica de Sacavém. Ilha terceira: Irmandade do Espírito Santo do Império da Vila Nova, séc. XX. MAHR1989788

Prato fundo com motivo alusivo ao Espírito Santo (coroa). Faiança, Fábrica de Cerâmica Terceirense. Ilha Terceira, séc. XX. MAHR1989960.

Prato fundo com motivo alusivo ao Espírito Santo (coroa). Faiança, Fábrica de Cerâmica Terceirense. Ilha Terceira, séc. XX. MAHR1989961.

Prato fundo com motivo alusivo ao Espírito Santo (coroa). Faiança. Barro vidrado, Fábrica de Cerâmica Terceirense. Ilha Terceira, séc. XX. MAHR1989962.

Prato fundo do "Império do Caminho do Conselho dos Biscoitos". Faiança, Fábrica de Cerâmica Terceirense. Ilha Terceira, séc. XX. MAHR1989963.

Terrina com motivos alusivos ao Espírito Santo. Faiança, Fábrica de Cerâmica Terceirense. Ilha Terceira, séc. XX. MAHR1989978

Terrina do "Império das Fontinhas 1964". Faiança, fabrico não identificado. Ilha Terceira: Irmandade do Espírito Santo das Fontinhas, séc. XX. MAHR1989758

Tigela do "Império de S. Sebastião". Faiança, Real Fábrica de Sacavém. Ilha Terceira: Irmandade do Espírito Santo de S. Sebastião, séc. XX. MAHR1989597

Tigela com a inscrição "Em louvor do Divino". Barro vidrado, Fábrica de Cerâmica Terceirense. Ilha Terceira, séc. XX. MAHR1989966

Tigela com a inscrição "Em louvor do Divino". Barro vidrado, Fábrica de Cerâmica Terceirense. Ilha Terceira, séc. XX. MAHR2004120

Travessa do "Império de S. Sebastião". Faiança, Coimbra. Ilha Terceira: Irmandade do Espírito Santo de S. Sebastião, séc. XX. MAHR1989597

Arcos enfeitados (2). Ilha de S. Jorge (?), séc. XX, MAHR19901287 / 1288

Chavão de vésperas (3). Madeira. Ilha de Jorge, Séc. XX. MAHR1992502 / 503 / 504

Bandeiras do Espírito Santo, MAHR19891349 / 1350 /1351/ 1482 / 1483 /1484 / 1485,

MAHR2008180

Bandeiras dos foliões, MAHR19891384

Bandeiras de mastro, MAHR19891480 (fot.) / 1481 / 1486 (fot.) / 1487 / 1488

Colcha de sebe de carro do bodo, MAHR19891254

Imóvel:

Impérios e despensas das várias Irmandades da Ilha Terceira.

O MAH inclui nos seus imóveis um império: o Império de S. Pedro, Rua de S. Pedro, Angra do Heroísmo.

Natural:

A natureza e a paisagem natural não parecem constituir um elemento relevante para este tipo de manifestações rituais e festivas, a menos que sejam considerados do ponto de vista da criação de gado que lhe está associada, ou do milagre perante uma situação em que esta ameaça a população (a lava, por exemplo).


Registo criado por: Museu de Angra do Heroísmo
Data do registo: 13-01-2016

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