Governo dos Açores - Secretaria Regional da Educação, Ciência e Cultura - Direção Regional da Cultura


Temporada Cultural 2021 | Boas Festas Senhor Natal!

  • Música/Music
  • Teatro Angrense
  • 2021-12-17 até 2021-12-18

A Direção Regional da Cultura, em parceria com a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, promove, no âmbito da Temporada Cultural 2021, a apresentação da ópera Boas Festas, Senhor Natal!, nos dias 17 e 18 de dezembro, pelas 21h30 e pelas 14h30, respetivamente, no Teatro Angrense.

Sinopse:
"Vemos, ouvimos e lemos, não podemos ignorar" – disse Sophia de Mello Breyner Andresen, em Cantata da Paz. Mas ignoramos!

A ópera Boas Festas, Senhor Natal!, com música original de Antero Ávila e libreto inédito de Álamo Oliveira, é um apelo a que cada um de nós não se demita das suas responsabilidades de construir um mundo de justiça, de paz e felicidade para todos. 

Tal como há dois mil anos, no ventre de uma Mulher cabe a vida da humanidade inteira, sobretudo a dos que sofrem. E a estrela do oriente lá está, a lançar o seu brilho de esperança, num mundo melhor. 


Elenco:
Helena Castro Ferreira – soprano 
Glória Pimentel – soprano 
Maria Ávila – mezzo soprano  
Liliana Silva – contralto 
Marios Maniatopoulos – tenor  
Mário Silva – tenor 
Afonso Silveira – tenor
Hélder Ferreira – tenor 
José Corvelo – barítono  
Fábio Silveira – barítono  
Miguel Maduro Dias – baixo-barítono
Luís Carlos Pacheco – baixo 
Paulo Barcelos – baixo 
Ricardo Henriques – baixo 
Frederico Madeira – no papel de Senhor Natal

Coro infantil (direção: Cristina Pureza)
Coro Tibério Franco (direção: Ricardo Henriques)
Coro Tomás de Borba da AMIT (direção: Alla Lanova)

Atores do Grupo de Teatro Alpendre, sob a direção de Markus Trovão 

Orquestra sob a direção de Antero Ávila 

Composição da Orquestra: 
Flauta – Mikhayl Roussal
Oboé – Tiago Marques
Clarinete – Taras Poustovgar
Trompa – Edgar Marques
Trompete – Paulo Borges 
Trombone – Miguel Moutinho  
Tímpanos – Bruno Oliveira
Primeiros violinos – Elena Kharambura (concertino), Rebeca Roxo, Sofia Francisco e Veronika Taraban
Segundos violinos – Jacinto Neves, Daniela Dahmen Quintas e Francisco Festa
Violas – Ostap Kharambura e José João Silva 
Violoncelos – Orest Gritsiouk e Denis Poustovgar 
Contrabaixo – Paulo Cunha


Aquisição de Bilhetes a partir de 6 de dezembro:
Bilheteira no Edifício dos Paços do Concelho Seg/Sex das 8h30 às 16h
CCCAH de quinta a segunda 1h30 antes de cada evento
Teatro Angrense 1h30 antes da ópera
Ou em ticketline.sapo.pt
Lotação Limitada | Uso obrigatório de máscara

* Devido ao disposto na Resolução do Conselho de Governo n.º 278/2021, de 2 de dezembro de 2021, e enquanto o regime vigorar, informa-se o público que o acesso a eventos culturais e competições desportivas depende da apresentação do Certificado COVID da União Europeia de vacinação, de recuperação ou de testagem válido, ou da apresentação de um resultado negativo de um teste de rastreio à COVID19, numa das condições seguintes:
a) Teste RT-PCR efetuado nas 72 horas anteriores;
b) Teste rápido de antigénio nas 48 horas anteriores;
c) Autoteste efetuado antes de entrar no espaço.

 

Biografias:

Helena Castro Ferreira, soprano
Iniciou os seus estudos musicais no Conservatório Regional de Ponta Delgada. Completou a licenciatura em canto e o mestrado em ópera na Escola Superior de Música e Teatro de Hamburgo, onde foi aluna dos professores Carolyn-Grace James e Florian Leibrecht. No regresso a Portugal, em 2017, iniciou o Doutoramento em Performance na Universidade de Aveiro sob orientação da professora Isabel Alcobia.
No seu repertório encontram-se os seguintes papéis: Serpina em La Serva Padrona, de G.B.Pergolesi; Belinda em Dido and Aeneas, de H.Purcell; Princesse em L’enfant et les Sortilèges, de M. Ravel; Gretel em Hänsel und Gretel, de H. Humperdinck; Bianca em La Rondine, e Angelica em Suor Angelica, de G. Puccini; Barbarina em Le nozze de Figaro,  e Zerlina em Don Giovanni, de W. A. Mozart; Elle em La voix humaine, e Tirésias em Les mamelles de Tirésias, de F. Poulenc; Blumenmädchen  em Parsifal, Helmwige em Die Walküre, e Waldvogel em Siegfried, de R. Wagner; Rita, em Rita, e Norina, em Don Pasquale, de G.Donizetti; Gilda em Rigoletto, de G.Verdi. 
É detentora do terceiro lugar ex-aequo e do segundo lugar nos VII e IX Concurso de Canto Lírico da Fundação Rotária Portuguesa, respetivamente. Venceu também o prémio de mérito Berenberg Bank 2013, para o qual foi indicada pelo reitor da Escola Superior que frequentou e, em música de Câmara, ganhou o concurso Live Music Now – Hamburg, 2014.
Frequentou cursos de aperfeiçoamento vocal com Sandra Medeiros, Elisabete de Matos, Claudine Ansermet, Reri Grist e Edda Moser.
Atualmente leciona as disciplinas de Canto e de Estúdio de Ópera no Conservatório Regional de Ponta Delgada. É também aluna do Mestrado em Ensino de Música na Escola Superior de Música de Lisboa, sob orientação da professora Sílvia Mateus.

 

José Corvelo, barítono    
É natural da Ilha das Flores, Açores.
É licenciado pela Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo onde integrou a classe do Professor José de Oliveira Lopes. Foi-lhe atribuído o prémio Eng. António de Almeida pela Fundação com o mesmo nome, que distingue os melhores alunos finalistas das Universidades Portuenses. A sua formação iniciou-se no Conservatório Regional de Ponta Delgada onde estudou Canto com Imaculada Pacheco, frequentando depois o Conservatório Regional de Angra do Heroísmo, na classe de Luísa Alcobía Leal, concluindo o curso com alta classificação.
Tem participado em masterclasses com Oliveira Lopes, Fernanda Correia, Rudolf Knoll, Lamara Tchekónia, Francisco Lázaro, Liliana Bizineche, Jorge Vaz de Carvalho, Ambra Vespasiani, Enza Ferrari, Ettore Nova e Daniel Muñoz.
Apresenta-se frequentemente em recitais com os pianistas Luís Magalhães, Carla Seixas, Pedro Ludgero, João Vale, Joana David e João Queirós, a percussionista Elisabeth Davis, o acordeonista Pedro Santos e com o guitarrista Artur Caldeira.
Foi solista nas seguintes obras: Magnificat em Sol e Magnificat em Dó, de G. Ph. Telemann, Come Ye Sons of Art, de H. Purcell, Magnificat BWV 243, Paixão Segundo S. Mateus e Paixão Segundo S. João, de J. S. Bach, Messias, de Haendel, Missa de Natal Checa, de J.J.Ryba, A Criação e Stabat Mater de J. Haydn, Requiem, Krönungs-Messe e Litaniae Lauretanae K.109, de Mozart, Sinfonia nº 9, de Beethoven, Missa em Sol Maior, de Schubert, Requiem, de Fauré, Stabat Mater, de Rossini, Mass of the children, de John Rutter, Carmina Burana, de Carl Orff, O Encoberto, de Maria de Lourdes Martins, O lobo Diogo e o mosquito Valentim, editado em DVD e transmitido pela Antena 2, e A Floresta (papel do Anão) de Eurico Carrapatoso, (estreia absoluta) , La Serva Padrona e La Contadina Astuta, de Pergolesi, D. Quixote chez la Duchesse, de Boismortier, The Little Sweep, de Britten, Auto de Coimbra, de Manuel de Faria, A Donzela Guerreira, de Maria de Lourdes Martins (estreia absoluta), Os Fugitivos de J. Eduardo Rocha, Hin und Zurück, de Hindemith, The Bear, de W.Walton, A Raposinha Matreira, de Leos Janacek, La Donna di genio volubile, de Marcos Portugal, Medea, de L. Cherubini, Die Zauberflöte, Le Nozze di Figaro, Don Giovanni, de Mozart, Il barbiere di Siviglia, de Rossini, Rigoletto e La Traviata, de Verdi, Don Pasquale e L’ Elisir d’ amore,  de Donizetti, Carmen, de Bizet, La Bohème, Madama Butterfly e Tosca, de Puccini, Cavalleria Rusticana, de Mascagni, Pagliacci, de Leoncavallo.
Foi dirigido pelos maestros Ferreira Lobo, Rafael Montes Gómez, Jaroslav Mikus, Filipe Sá, Vítor Matos, Paulo Silva, Paulo Martins, F. Nabuco-Silvestre, Osvaldo Ferreira, Armando Vidal, António Sérgio Ferreira, M. Ivo Cruz, Gunther Arglebe, Virgílio Caseiro, António Cariilho, R.Massena, António V. Lourenço, C. Bochmann, Julian Reynolds, Leonardo de Barros, Félix Carrasco, Marco Belluzi, S. Darlington, Cesário Costa, César Viana, R. Pérez, J.Paulo Santos, Emílio de César, Marko Letonja, Zsolt Hamar, N.Giusti, E. Dovico, G. Bühl, Martin André, Nikša Bareza, G.Andreoli, Roberto Manfredini, Giulio Svegliado, R.Giovaninetti, J.Willig e Marc Tardue.

 

Marios Maniatopoulos Antonakopoulos, tenor
Marios Maniatopoulos é um tenor lírico grego radicado em Atenas e Lisboa. Atualmente, continua os seus estudos com as sopranos Elisabete Matos e Dora Rodrigues, na Escola Superior de Artes Aplicadas (Portugal). Como jovem artista da Camerata Bardi Vocal Academy, do Teatro Grattacielo, sob a batuta de Myron Michailidis, alguns dos seus projetos futuros incluem: Arbace em idomeneo, e Bastien em Bastien und Bastienne, de Mozart.
Marios, em 2020, estreou o papel de Basílio com o conjunto barroco Divino Sospiro, no Don Quichotte auf der Hochzeit des Comacho, de Telemann. Actuou, como solista, com a Orquestra de Guimarães, a Sinfonietta de Ponta Delgada (Açores) e a Orquestra Sinfónica da Universidade Aberta Helénica. Também interpretou o papel de primeiro Marinheiro em Dido and Aeneas, de Purcell, no Teatro Municipal e Regional de Patras e com a Nova Ópera de Lisboa. Ainda em Patras, interpretou o papel-título em Orphée, de Gluck, e Pedrillo em Die Entführung aus dem Serail, de Mozart.
Alguns dos seus trabalhos mais recentes incluem Requiem, de Mozart, Fantasia Coral, de Beethoven, e um recital com o pianista João Lima. Durante o ano letivo de 2014/2015, fez parte da Escola de Drama do Teatro Municipal e Regional de Patras, e, em 2015, passou a integrar o Atelier de Ópera do mesmo teatro, onde estudou sob a direção de Michael Seibel e Eleni Liona. Trabalhou também com Harrison Birtwistle, Wiebke Göetjes, Frank Van Aken, Georgios Galanis, Faidra Giannelou, Mário João Alves, José Eduardo Gomes, entre outros.

 

 

 

Miguel Maduro-Dias, baixo-barítono
Natural da Ilha Terceira, ingressa, em 2009, no Departamento de Música da EBS Tomás de Borba, com Luísa Alcobia Leal (Canto), Antero Ávila (Composição) e José Sousa (Guitarra). No ano letivo de 2013/14, transferiu-se para Aveiro onde prosseguiu os estudos musicais na Universidade de Aveiro com Isabel Alcobia, com quem completou a Licenciatura e o Mestrado em Ensino de Música, vertente Canto.
Procura diversificar a sua catividade nas várias áreas e épocas do Canto (a solo, em pequeno ensemble, e em coro), destacando-se em projetos inovadores e multidisciplinares.
Exemplo disto é a residência artística A Água que temos e a Água que nos falta…, desenvolvida no âmbito do projeto Azores2027, onde criou, na Graciosa e em conjunto com vários agrupamentos e artistas locais, uma apresentação que cruzou diferentes vertentes da Música, Teatro, Dança e Artes Visuais.
Além da sua atividade como intérprete, é membro fundador do ensemble Moços do Coro e da associação homónima, na qual partilha a direção com Nuno Miguel de Almeida, maestro do ensemble.
Já estreou várias obras como o ciclo de canções Frédéric Chopin no Inverno de Maiorca de Miguel Vasconcelos; a ópera Geraldo e Samira de Amílcar Vasques-Dias (Artes à Rua, Évora); duas óperas de um acto de Marco Benetti e Nuno Costa (La Biennale di Venezia 2019); e duas óperas de câmara de Fátima Fonte e Francisco Fontes (Festival Informal de Ópera, Braga).
Do repertório lírico, já interpretou obras como: Die Zauberflöte e Don Giovanni, de W. A. Mozart; a Matthäuspassion e Johannespassion, de J. S. Bach; Die Schöpfung de J. Haydn; História Trágico-Marítima, de F. Lopes-Graça.
Participou também em vários workshops e festivais como: Preparing Stage Singing (2016, Fundação Calouste Gulbenkian), no papel de Simone na ópera Gianni Schicchi, de G. Puccini; Berlin Opera Academy 2019, onde preparou o papel de Bartolo na ópera Le nozze di Figaro, de W. A. Mozart, que já havia interpretado (também como Antonio) no Festival Zêzere Arts 2018; e XXVIII Cursos Internacionais de Música da Casa de Mateus.
Em colaboração com a all’Opera, apresentou-se como Norton na ópera La cambiale di matrimonio, de G. Rossini (2019) e integrou o coro em L’Elisir d’amore, de G. Donizetti (2019). É membro fundador e residente da companhia Operar.te desde 2019, com a qual já interpretou o papel de Basilio em Il barbiere di Siviglia de G. Rossini.

 

Mário Aguiar Silva, tenor 
Natural da ilha Terceira, iniciou os seus estudos musicais no Conservatório Regional de Angra do Heroísmo, onde conclui o Curso Geral de Canto, com alta classificação, na classe da Prof. Luísa Alcobia Leal.  
É elemento efetivo do Coro do Teatro Nacional de S. Carlos desde 1995. Enquanto membro do Coro do Teatro Nacional de S. Carlos, participou em diversas produções como solista secundário, tanto em óperas como em concertos.
Em Lisboa, deu continuidade aos seus estudos de Canto com a Prof. Maria Cristina de Castro e posteriormente com a Prof. Natália Viana. Tem participado em diversas masterclasses, destacando uma em particular, com o tenor Alemão, Helmut Lips.
De janeiro de 1999 a finais de 2001, frequentou aulas de canto, correpetição, entre outras, no Conservatório Profissional de Música de Tarragona (Espanha) na classe da Prof. Mercè Obiol. Como aluno do mesmo Conservatório, executou diversas obras como solista, entre as quais, o papel principal da ópera Babel 46, do compositor Catalão Xavier Montsalvatge.

 

Rui Baeta, barítono
Nasceu em Faro em 1975 e estudou no Conservatório Nacional de Lisboa com Filomena Amaro, na Escola Superior de Música de Lisboa com Luís Madureira, na Mozarteum Internationale Sommerakademie (Áustria), com Richard Miller e na Académie Francis Poulenc (França) com François Le Roux.
Foi semi-finalista do Festival e Concurso Internacional de Canto do Canal Mezzo (2008) e 1º Prémio no Concurso RDP Jovens Músicos (1999) ‘classe de Música de Câmara / Nível Superior‘, com o pianista Paulo Pacheco. Tem realizado recitais de lied e mélodie com os pianistas Jeff Cohen, João Vasco de Almeida e João Paulo Santos.
Apresentou-se em concertos e recitais nos Estados Unidos da América e em França, Suíça, Espanha, Malta e Cabo-Verde e desenvolve a sua atividade artística em Portugal em salas como o Grande Auditório Gulbenkian, o Centro Cultural de Belém, o Europarque, o Teatro Rivoli, o Teatro da Trindade, o Teatro Municipal de São Luíz, o Teatro Nacional São João, o Teatro Nacional D. Maria II e o Teatro Nacional de São Carlos.
Colabora com a orquestra Capela Real, o Ensemble Bach, os Solistas de Lisboa, a Orquestra de Cascais e Oeiras, a Orquestra Nacional do Porto, a Sinfónica Portuguesa, a Metropolitana de Lisboa, a Orquestra do Algarve e a Orquestra Gulbenkian, destacando-se as seguintes interpretações: Carmina Burana, de Carl Orff; La Risurrezione di Cristo, de Perosi; Triumphslied e Ein Deutsches Requiem, de Brahms; Requiem, de Fauré; Missa em Sol menor, de Vaughan Williams; Weihnachtsoratorium e Magnificat, de J. S. Bach; Szenen aus Goethes Faust, de Schumann; Te Deum, de Charpentier; Requiem, de João Domingos Bomtempo; Petite messe solennelle, de Rossini; os papéis de Adónis em Vénus e Adónis, de John Blow; Eneias em Dido e Eneias, de Purcell; Pluton em La descente d’ Orfée aux enfers, de Charpentier; D. Quijote em El Retablo de Maese Pedro, de Falla; Pai em A Casinha de Chocolate – versão portuguesa de Hänsel und Gretel – , de Humperdinck; Sábio Máximo em A Floresta, de Eurico Carrapatoso; Mr. Plunket em The English Cat, de Hans-Werner Henze; Rei Ponto em As Variedades de Proteu, de António Teixeira; Hortensius em La fille du régiment, de Donizetti; Mr. Sharpless em Madama Butterfly, de Puccini; e Schémil em Les contes d’Hoffmann, de Offenbach.
Com o coro da Sé de Angra, outros solistas e orquestra, foi o barítono solista nos seguintes concertos corais sinfónicos, realizados na Catedral angrense, gravados ao vivo em CD: reposição dos Responsórios das Matinas da Sagração da Sé de Angra, de João José Baldi, Nunc Dimittis, de Antero Ávila, Missa Solene, de D. Pedro I do Brasil (IV de Portugal), Magnificat, de João José Baldi, Stabat Mater, de António José Soares, Salmos, de Frei José Marques e Silva, Missa Solene em dó maior, de Tomás Borba.
Apaixonado pela pedagogia da técnica vocal e pela representação, lecionou no Conservatório Regional de Beja (1999/2000), no Conservatório Regional de Setúbal (2001) e na Universidade de Évora (2005/06) e foi professor residente no Teatro Nacional D. Maria II (2004/06). É frequentemente convidado para diretor vocal de espetáculos teatrais, musico-teatrais e televisivos. Como ator, aceita ocasionalmente convites para representar, como em Hamlet de William Shakespeare, com encenação de Ricardo Pais.
Na temporada 2021 da Direção Regional da Cultura, realizou formações vocais e concertos com coros das ilhas de São Jorge, Flores, Graciosa e Faial.

 

 

 

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